Foto: Liviam Cordeiro Beduschi - WWF-Brasil Foto: José & Adriana Calo Foto: WWF-Canon/Michel Gunther Foto: WWF-Canon/Michel Gunther Foto: WWF-Canon/Michel Gunther
 
 

ÍNDICE DE FIGURAS E TABELAS

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Figuras

Figura 1. As Ecorregiões Terrestres Constantes no “Global 200”

Figura 2. Localização da Mata Atlântica na América do Sul

Figura 3. As 15 Ecorregiões do Complexo de Ecorregiões da Mata Atlântica

Figura 4. Remanescentes Florestais da Mata Atlântica

Figura 5. A Ecorregião Florestas do Alto Paraná

Figura 6. A Ecorregião Florestas do Alto Paraná Sobrepõe grande parte da Bacia Hidrográfica do Alto Paraná

Figura 7. Evolução do desmatamento na Ecorregião Florestas do Alto Paraná

Figura 8. Padrões de posse da terra em diversas partes da ecorregião

Figura 9a. Áreas Protegidas da Ecorregião Florestas do Alto Paraná

Figura 9b. Áreas Protegidas da Ecorregião Florestas do Alto Paraná
(Área Transfronteiriça Ampliada)


Figura 10. Aumento do número deÁreas Protegidas na Ecorregião entre 1930 e 2000

Figura 11. Número e área total de fragmentos por categoria de tamanho

Figura 12. Número de meses da estação seca

Figura 13. Variação de altitude

Figura 14. Índice de Declividade

Figura 15. Unidades de Paisagem

Figura 16. Remanescentes florestais da Ecorregião Florestas do Alto Paraná

Figura 17. Fragmentos florestais discriminados por categorias de tamanho

Figura 18. Núcleos dos fragmentos florestais discriminados por categorias de área

Figura 19. Índice de Importância do Fragmento

Figura 20. Cidades

Figura 21. Agricultura

Figura 22. Pecuária

Figura 23. Densidade da população rural

Figura 24. Riscos para a conservação da biodiversidade

Figura 25. Proximidade de áreas de proteção integral

Figura 26. Proximidade de rios

Figura 27. Zonas de conservação planejada

Figura 28. Oportunidades para conservação da biodiversidade

Figura 29. Riscos e oportunidades

Figura 30. Potencial de Conservação da Biodiversidade

Figura 31. Processo de desenvolvimento da Paisagem de Conservação da Biodiversidade

Figura 32. Ilustração do conceito das categorias das áreas incluídas
na Paisagem de Conservação da Biodiversidade


Figura 33. Áreas-núcleo

Figura 34. Áreas Prioritárias

Figura 35. Áreas de Uso Sustentável que conectam Áreas Prioritárias
para Conservação da Biodiversidade


Figura 36. Paisagem de Conservação da Biodiversidade

Figura 37. Áreas sob Proteção Integral (no presente e no futuro)
na Paisagem de Conservação da Biodiversidade


Figura 38. Áreas de Uso Sustentável

Figura 39. Cobertura Florestal nas unidades de paisagem de Conservação da Biodiversidade


Tabelas

Tabela 1. Áreas Protegidas da Ecorregião Florestas do Alto Paraná

Tabela 2. Estimativa da densidade e área necessária por indivíduo
e por populações de diferentes tamanhos de espécies de vertebrados
tropicais da Ecorregião Florestas do Alto Paraná


Tabela 3. Representatividade em áreas protegidas e cobertura florestal remanescente nas unidades de paisagem

Tabela 4. Fragmentos e cobertura florestal (ha) por unidade de paisagem e por categoria de tamanho de fragmento

Tabela 5. Representatividade das unidades de paisagem nas Áreas Prioritárias

Tabela 6. Representatividade das Unidades de Paisagem na Paisagem de Conservação da Biodiversidade Final


 
 
Foto: WWF-Canon/Michel Gunther
Sumário Executivo
 
Capítulo 1 – Conservação Ecorregional e a Visão de Biodiversidade
 
Capítulo 2 – A Ecorregião Florestas do Alto Paraná
 
Capítulo 3 – Objetivos para Alcançar os Resultados de Conservação da Biodiversidade
 
Capítulo 4 – Planejando uma Paisagem de Conservação da Biodiversidade – Metodologia
 
Capítulo 5 – Resultados:
A Paisagem de Conservação da Biodiversidade
 
Capítulo 6 – Estabelecendo prioridades e metas para ações de conservação
 
Referências Bibliográficas
 
Agradecimentos
 
Índice de Figuras de Tabelas