Rui Barbosa da Rocha (Pessoa Física)
É natural de Valença – BA, onde desde criança, com seus irmãos e pais, aprendeu a amar a natureza litorânea, andando em manguezais, restingas e florestas no litoral da Bahia.
Atualmente Presidente do Instituto Floresta Viva Rui Rocha, é Engenheiro Agrônomo formado pela Escola de Agronomia da Universidade Federal da Bahia e cursou o mestrado na Universidade Rural do Rio de Janeiro, com ênfase na Sustentabilidade da Agricultura Familiar da Amazônia sendo, desde 2008, empreendedor social da Ashoka.
Desde jovem assumiu causas públicas, como a defesa do progresso científico e melhorias na educação universitária, em Cruz das Almas, no recôncavo baiano, como também atividades voltadas ao florescimento de organizações ambientalistas na Bahia e no Brasil tendo atuado no Grupo Ecológico Copioba, no Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia – IMAZON, em 1990 no Instituto de Estudos Sócioambientais do Sul da Bahia – IESB, em 1994 no Instituto Amigos da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, em 2002, e no Instituto Floresta Viva, desde 2003. Coordenou inúmeros projetos e ações pela Mata Atlântica, a exemplo da criação e implementação do Parque Estadual da Serra do Conduru e a APA de Itacaré Serra Grande, contribuindo para a redução gradativa da atividade madeireira e os desmatamentos na região Sul da Bahia. Participou ativamente das grandes causas em defesa da Mata Atlântica no Brasil. Tem contribuído para a implementação dos corredores ecológicos, a exemplo do Corredor Central da Mata Atlântica, especialmente o minicorredor da Serra do Conduru e da Lagoa Encantada, na região de Itacaré. Recentemente participa do movimento pela restauração da Mata Atlântica, através do Pacto pela Restauração deste bioma, que integra sociedade civil,
governos e iniciativa privada é professor da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC localizada entre as cidades de Itabuna e Ilhéus – Sul da Bahia.
Rui é casado, tem duas filhas e na esfera familiar, transformou o seu sitio em um santuário de vida silvestre e contemplação humana pela criação, constituindo lá uma Reserva Particular do Patrimônio Natural – a RPPN Canto do Senhor. |