Informação para o Novo Século da Revista Página 22

Leia na edição 25 de Página 22

Em novembro, Página 22 explora o contexto da crise financeira, para apontar as oportunidades amplas de renovação do modelo de desenvolvimento, mas revela que as reformas esboçadas ainda apresentam contradições. No Brasil, o rascunho de uma política nacional de clima é um compilado de ações desconexas e tímidas fundadas no paradigma que exime os países pobres de fazerem mais. Enquanto isso, novas reservas de petróleo são tratadas como oportunidade alvissareira e as alternativas energéticas ainda são incipientes. Para além da sobrevivência financeira, é momento de garantir a sobrevivência do sistema global, o que inclui a economia, o meio ambiente e os rumos da civilização.

Confira nesta edição:

Entrevista - Para Simon Zadek, executivo-chefe da AccountAbility, o movimento pela sustentabilidade tem a chance de influenciar a comunidade de investimento abalada pela crise, na direção de um pensamento integrado e de longo prazo. Mas a oportunidade pode se esvair rapidamente.

Sistema global - Se as soluções para a crise visarem desatar apenas o "nó" financeiro, ignorando a situação socioambiental, as perspectivas para o futuro estarão comprometidas, discorre Flavia Pardini.

Política e Clima - Sem apresentar medidas inovadoras, o Plano Nacional de Mudanças Climáticas é a tradução do isolamento do governo federal nessa matéria perante a/diante da massa crítica da sociedade organizada, do setor produtivo e do Congresso Nacional.

Movimentos socioambientais - Rachel Biderman, coordenadora-adjunta do GVces, relata a trajetória de discussão sobre mudanças climáticas no governo e na sociedade e a insatisfação dos movimentos organizados com o resultado atual.

Energia
- O componente solar é primordial para que o Brasil vá além dos biocombustíveis na formulação de um novo paradigma energético, diz Ignacy Sachs

Petróleo I
- Especialistas apontam que restrições cada vez maiores ao combustível fóssil são inevitáveis, mas a falta de substitutos capazes de atender a economia global torna o processo muito paulatino. O Brasil tem condições de liderar o caminho, mas falta uma articulação nacional.

Petróleo II - Alguns dizem que ele já chegou, outros, que um dia virá, e alguns céticos ainda afirmam que não vai chegar nunca. Mesmo controversa, a perspectiva do pico do petróleo, quando a extração do combustível se tornaria comercialmente inviável, é mais um argumento a favor da diversificação energética.

Retrato - A fotógrafa Christiana Carvalho expõe as semelhanças de formas e texturas entre o Saara e a Antártida, e inspira a convicção de que a natureza interligada tem uma só essência.

Felicidade - Os altos e baixos do bem-estar humano são semelhantes à ginástica do mercado de ações. Mas, enquanto o desempenho econômico conta com indicadores consagrados, a felicidade é tratada como elemento em separado, sem métrica. O indicador butanês de Felicidade Interna Bruta (FIB) é um dos poucos esforços para dar importância ao que realmente importa.

Entrevista - Diretor para a América do Sul da organização Brahma Kumaris, Ken O'Donnell considera a crise financeira uma crise de valores. E afirma que cuidar do sistema em que vivemos, mais que uma forma de reduzir incertezas no futuro, é receita de realização profissional e pessoal.

Ecoterrorismo - A colunista Regina Sharf discute a legitimidade de ações de ecossabotagem, algumas pacíficas, outras nem tanto.

 
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