
Apresentação

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Dia 11/12/2002 |
Dia 12/12/2002 |
08:30
às 09:00:
09:00 às 09:30:
09:30 às 10:00:
10:00 às 10:15:
10:15 às 10:30:
10:30 às 10:45:
10:45 às 11:15:
11:15 às 12:30:
12:30 às 14:00:
14:00 às 15:15:
15:15 às 15:30:
15:30 às 17:00:
17:00 às 17:30:
17:30 |
Inscrições
Abertura
Palestra: Informação para Conservação
e Desenvolvimento Sustentável na Mata Atlântica
CN-RBMA- Clayton F. Lino
Apresentação: Metodologia e Estrutura
do Projeto
CN-RBMA- Coord. Técnica/ Científica Eliana
C. Moraes Santos
Indicadores do Projeto
UNICAMP- Mário Oscar Cencig
Intervalo
Palestra: A Mata Atlântica que Conhecemos
Almirante Ibsen G. Câmara
Mesa Redonda I: Pesquisa e Sistematização
de Dados sobre a Mata Atlântica
-SOS Mata Atlântica/ INPE- Mário Mantovani
-IBGE- Guido Guelli
-IBAMA- Mário Inês Miranda
Almoço
Mesa Redonda II: Pesquisa e Sistematização
de Dados sobre a Mata Atlântica
-Biota/ FAPESP- Carlos Alfredo Joly
-Aliança pró Mata Atlântica
CI/ SOS Mata Atlântica
Maria Cecília W. Brito
-SBO/ Sociedade Brasileira de Omitologia- Maria Marta
Argel
Intervalo
Mesa Redonda III: Pesquisa e Sistematização
de Dados sobre a Mata Atlântica
-Nupaub/ USP- Antônio Carlos Diegues
-Comunidade Indígena- Ailton Krenak
-Quilombo Ivaporunduva- José Rodrigues
-ISA- João Paulo Capobianco
Apresentação dos Resultados do Projeto
"Quem faz o que pela Mata Atlântica"
- CN-RBMA, Rede de Ong's da Mata Atlântica,
WWF e ISA
Coquetel |
09:00
às 09:45:
09:45 às 10:15:
10:15 às 10:30:
10:30 às 12:30:
12:30 às 14:00:
14:00 às 15:00:
15:00 às 15:15
15:15 às 15:30:
15:30 às 17:30:
17:30 às 18:30: |
Palestra
Formação dos Grupos de Trabalho
-GT1: Temas, Sub-Temas e Indicadores
-GT2: Qualidade da Informação
-GT3: Difusão e Acessibilidade das Informações
-GT4: Fontes e Direito Autoral
Intervalo
Trabalho dos Grupos
Almoço
Plenária: Apresentação dos Relatórios
dos Grupos de Trabalho
Formação de novos Grupos de Trabalho
-GT5: Biodiversidade e Conservação
-GT6: Políticas Públicas
-GT7: Economia
-GT8: População e Cultura
Intervalo
Trabalho dos Grupos
Relatos do Grupos de Trabalho |
| Dia
13/12/2002 |
09:00
às 10:30:
10:30 às 10:45:
10:45 às 12:00:
12:00 às 13:00:
13:00 |
Plenária:
Apresentação e Discussão do Documento
Síntese
Intervalo
Conclusões
Lançamento do "Atlas dos Remanescentes Floretais
da Mata Atlântica - 2000" - SOS Mata Atlântica
Encerramento e Almoço |
Relatórios
dos Grupos deTrabalho
Dias 12 e 13 de dezembro de 2002
O Workshop "Anuário
Mata Atlântica" teve como objetivo aprimorar a
estrutura e as informações que irão compor
o referido Anuário. O workshop foi dividido em duas
partes: o primeiro dia com palestras sobre temas referentes
à estrutura e aos conteúdos do Anuário
e os dois últimos dias dedicados a trabalhos em grupo.
Os trabalhos em grupo visaram construir, de forma participativa,
a metodologia, os indicadores e as prioridades do Anuário;
assim como apresentar e discutir a versão preliminar
do Anuário.
O presente relatório
descreve os resultados dos trabalhos em grupo do workshop.
Os grupos são:
Grupo 1: Temas, Sub-Temas, Indicadores
Este grupo adotou como ponto de partida uma proposta
pré-existente de temas, indicada a continuação.
A metodologia consistiu na análise individual dessa
listagem e a proposta por escrito, por parte dos participantes,
de alterações a essa proposta. Recebidas as
sugestões, foi realizada uma síntese, apresentada
no dia seguinte em plenário, sendo então discutida
e adotadas por consenso, diversas modificações.
A versão final, uma síntese das discussões,
é apresentada a seguir indicando os Temas e Subtemas
propostas para compor o Anuário Mata Atlântica.
1 - Domínio Mata Atlântica
- Biomas / Ecossistemas
- Estados / Municípios
- Bacias hidrográficas / Paisagens/ Água / Patrimônio
natural / Belezas cênicas
- Importância da Mata Atlântica
Trata-se de um capítulo descritivo, uma "fotografia"
da Mata Atlântica
2 - Biodiversidade
- Fauna
- Flora
- Microbiota
Trata-se de um capítulo relativo ao que se conhece
da Mata Atlântica com relação a esses
assuntos, tomando como base o conhecimento científico
publicado e com informações verificadas
3 - Sóciodiversidade
- Populações / Moradias
- demografia
- Sistemas de produção (extrativismo, indústrias,
etc.)
- Conhecimento tradicional e científico
- Urbano x rural
- Culturas
Trata-se de um capítulo que considera os grupos humanos
inseridos na Mata Atlântica, as suas formas de relação
e as diversas visões que se tem dela
4 - Remanescentes
- Uso do solo
- Pressões / Áreas críticas
- Ameaças / Impactos / Recuperação de
áreas degradadas
Trata-se de um tema que mereceu o destaque de um capítulo
específico, para consolidar as diversas informações
existentes e colocar de relevo as questões mais relevantes
5 - Áreas Protegidas
- Áreas prioritárias para conservação
- Unidades de conservação
- Reserva da Biosfera da Mata Atlântica
Trata-se de um tema que mereceu, também, o destaque
de um capítulo específico, para destacar a sua
importância como mecanismos de atuação
e poder colocar de relevo as experiências mais importantes
6 - Políticas / Legislação
- Políticas para o meio ambiente
- Legislação preventiva e punitiva
Trata-se de um capítulo dedicado à análise
das políticas, nos vários níveis de atuação,
e o seu reflexo na legislação
7 - Impactos / Recuperação
/ Manejo
Trata-se de um tema que foi colocado como destaque, mas não
houve consenso acerca de se deveria merecer ou não
um capítulo específico, é uma questão
em aberto
8 - "Desenvolvimento Sustentável"
(ou) "Economia Ambiental"
- Usos de recursos naturais
- Conservação e manejo
- Relação sociedade x natureza
Trata-se de um capítulo que discute os casos "positivos"
da interação "homem x natureza", onde
merece destaque a questão do manejo sustentável
dos recursos; não houve consenso sobre qual seria o
melhor nome para o capítulo
9 - Instituições
e Recursos
- Programas, projetos e pesquisas
- Instituições que realizam projetos
- Instituições que financiam programas e projetos
- Recursos financeiros
Trata-se de um capítulo com o propósito de detalhar
"quem faz o que na Mata Atlântica"
10 - Luta pela conservação
da Mata Atlântica
- A Mata Atlântica na mídia
- História das lutas
- Campanhas
Trata-se de um capítulo para recuperar a memória
dos esforços realizados para a conservação
da Mata Atlântica.
Grupo 2: Qualidade de Informação
Discutiu-se inicialmente a definição
do anuário, a qual ficou consensuada da seguinte maneira:
"O anuário é o lugar (ou o documento) onde
há assuntos de interesse e com informações
confiáveis. Deve conter um banco de dados das informações
disponíveis e um conselho editorial. No formato "site"
deve apresentar também uma Lista de Discussão."
Nesse sentido, foi indicado também que o Anuário
deva ter um Editorial. Sobre o editorial do anuário
foi consensuado que:
"O editorial deve expressar as tendências e opiniões
sobre os temas não se limitando "apenas"
a apresentar os dados e informações técnico-científicas.
Nesse sentido, o editorial precisa expressar as opiniões
conflitantes sobre os temas da Mata Atlântica, como
por exemplo a visão biocentrista e antropocentrista
da relação sociedade x natureza1. O editorial
deve referendar os problemas referentes a informações
contraditórias como, por exemplo, dados quantitativos
divergentes sobre um mesmo tema. Quer dizer: há pesquisadores
ou bibliografia que quantificam grupos de fauna ou flora que
não coincidem com outros pesquisadores ou bibliografias
essas 'contradições' precisam estar indicadas
no editorial".
A partir daí, o grupo apontou os critérios de
seleção das informações para que
o Anuário tenha credibilidade. São eles:
- As informações devem ter objetividade. Embora
o grupo não tenha definido padrões para mensurar
a objetividade das informações;
- As informações devem ter linguagem adequada
para poder ser "democratizada" e assim, atingir
um grande segmento da sociedade brasileira. O público-alvo
do Anuário é portanto todos os brasileiros;
- As informações devem ter eficiência,
ou seja, rapidez e credibilidade para serem encontradas no
Anuário;
- Deve ter uma parte opinativa, que sinaliza as tendências.
As opiniões e contradições devem estar
expressas evitando um caráter de homogeneização
das idéias ou temas. O editorial acaba cumprindo parte
dessa função, mas em capítulos específicos
onde ocorram essas "contradições",
as mesmas devem ser indicadas no Anuário;
- Os erros metodológicos ou de levantamentos que possam
gerar informações conflitantes devem ser checados.
Nesse sentido, sugerir sempre que sejam colocadas as fontes
oficiais para informações. Assim como um intercâmbio
com as instituições envolvidas;
- Avaliar as fontes de informação, verificando
seu conhecimento e reconhecimento. Sobre esse aspecto foi
exemplificado que para a questão indígena, a
FUNAI é boa fonte de dados para assuntos fundiários,
mas para os demais temas referente a questão indígena,
devem ser buscadas outras fontes, como o Instituto Sócio-Ambiental,
entre outras ONGs;
- O prazo de validade das informações é
de um ano, que será a freqüência de publicação
do Anuário.
- Permitir que pesquisadores possam submeter seus trabalhos
ao Anuário.
Grupo 3: Difusão e Acessibilidade
das Informações
Foi discutido que o Anuário poderá ter três
formas de divulgação:
- Livro;
- CD Rom; e
- Site na internet (prioritário).
Além dessas três formas gerais, podem ser publicados:
- Separatas sobre um determinado capítulo;
- Cadernos da RBMA, também para capítulos específicos;
- Cartilhas para escolas e para professores. Nesse sentido,
é fundamental buscar parecerias com o Ministério
da Educação e Cultura (MEC).
Além disso, ficou consensuado
sobre esse tema:
- A publicação (livro, separatas etc), assim
como o CD Rom, são compilações do que
foi produzido no Site ao longo do ano;
- O Anuário deve buscar mecanismo para sensibilizar
a Academia (universidades e institutos de pesquisas) para
publicação de síntese/ resultados de
seus trabalhos no Anuário;
- Divulgar os mecanismos de publicação, destacando
as fontes oficiais.
Sobre questões referentes
à DIVULGAçãO, discutiu-se que:
- O Anuário poderá fazer campanhas educativas
sobre os diversos temas que o compõe e nessas campanhas
educativas será feita a sua divulgação.
Ficou a sugestão da divulgação ser a
mais ampla possível, envolvendo toda a mídia;
- Mapear as divulgações de outras instituições
correlatas e ver a aplicação de suas estratégias
para divulgação do anuário. Avaliar as
lacunas existentes;
- Quantificar as informações;
- Criar compromissos formais, ou mecanismos, para o fornecimento
de informações produzidas pelos parceiros visando
evitar a sonegação de informação.
Grupo 4: Fontes e Direitos Autorais
A partir desse grupo, foi seguida a estratégia
de levantamento de problemas e soluções/recomendações.
1.1. PROBLEMA:
- Há muitos trabalhos sem indicação de
fontes.
1.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Informações sem indicação de
fontes não devem ser incorporadas ao Anuário;
- Reforçar os critérios de qualidade da informação,
conforme estabelecido no grupo 2 (vide).
2.1. PROBLEMA:
- Não há referências ou estratégias
para as fontes "difusas", ou seja, aquelas produzidas
diretamente pelo etno-conhecimento das comunidades, produtos
diretos de um conhecimento coletivo ou comunitário.
2.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Colocar nas referências como chegar ou contactar as
comunidades;
- Indicar a fonte na qual se obteve a informações,
mesmo que não seja científica, como por exemplo,
reportagens de jornais, revistas etc;
- Preocupar-se em não perder as fontes originais, ou
seja, as próprias comunidades;
- O Anuário deve abrir espaço com capítulos
escritos pelas comunidades2
3.1 PROBLEMA:
- Informações incorretas nas referências
bibliográficas: há Apuds não mencionados
como tal.
3.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
Não houveram sugestões.
4.1. PROBLEMA:
- O Anuário se baseia em fontes secundárias,
mas há necessidade, em alguns casos, de produção
de dados primários. Nesse sentido, indaga-se se o Anuário
pode ser fonte dele mesmo?
4.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Indicar como referência para citação:
"RBMA Projeto Anuário";
- Indicar nos gráficos, tabelas, mapas do Anuário:
"elaboração própria".
SOBRE DIREITOS AUTORAIS:
5.1. PROBLEMA:
- O Anuário pode ser vendido ? Dúvidas se a
comercialização pode gerar problemas com os
parceiros.
5.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Elaborar contrato entre parceiros prevendo a possibilidade
de comercialização do Anuário. Nesse
sentido, avaliar a sustentabilidade econômica do Anuário;
- Garantir a distribuição gratuita para quem
não tem acesso comunidades mais carentes e/ou distantes;
- Buscar patrocinadores para o Anuário.
6.1. PROBLEMA:
- Pesquisadores preferem publicar em outras fontes e não
no Anuário.
6.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- O tempo resolverá essa questão à medida
que o Anuário ganhar credibilidade.
Grupo 5: Biodiversidade e Conservação
1.1. PROBLEMA:
- Informações incompletas e com qualidade duvidosa
sobre esses temas.
1.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Direcionar pesquisas para áreas fora das unidades
de conservação;
- Privilegiar levantamentos de trabalhos no Nordeste;
- Criar políticas nacionais como a que é realizada
em São Paulo pelo projeto BIOTA-SP;
- Buscar apoio de ONGs e Secretarias para criar um banco de
dados sobre biodiversidade, destacando também as unidades
de conservação municipais. Nesse sentido, verificar
o modelo adotado no Paraná;
- No banco de dados, indicar o bioma/ecossistema que se está
trabalhando. Criar um padrão único de classificação
e elaborar um glossário;
- Incentivar/buscar lista de espécies ameaçadas
(flora e fauna) para Estados sem esse tipo de levantamento.
Só há levantamentos em Minas Gerais, Paraná,
São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
2.1. PROBLEMA:
- Dificuldade em acessar as informações.
2.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Usar o cadastro da ANAMA, formalizando parcerias com os
municípios;
- Criar mecanismos para intercomunicação entre
os bancos de dados existentes.
3.1. PROBLEMA:
- Critérios para seleção de "Instituições-Chaves".
Como trabalhar a atualização de dados?
3.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Criar um portal na internet e submeter às instituições,
conforme critérios do grupo 2 (vide);
- Criar uma rotina de atualização de dados e
destacar um funcionário para buscar as informações
baseadas nessa rotina de atualização.
4.1. PROBLEMA:
- Dificuldade em entender ou ter acesso aos dados dos municípios.
Como criar mecanismos para inclusão de dados municipais
ou locais?
4.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Criar parceria "mais afinada" com o IBGE para
melhorar inclusão de dados municipais. Ver o exemplo
do SEADE/SP;
- Usar o cadastro da ANAMA, formalizando parcerias com os
municípios;
- Criar mecanismos para intercomunicação entre
os bancos de dados existentes.
Grupo 6: Políticas Públicas
LEGISLAÇÃO
1.1. PROBLEMA
- Não há seleção, ou uniformização,
das políticas setoriais: energia, água, licenciamento,
conservação do solo, entre outras. Pensar em
mecanismos para associar essas políticas, verificando
suas interfaces.
1.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Levantar as contradições e denunciar ou protestar
sobre as conseqüências das contradições;
- Pontuar as vantagens e desvantagens de cada proposta de
uso de recursos;
- Elencar as contradições entre as esferas de
governo.
PROGRAMAS E FUNDOS
2.1. PROBLEMA:
- Como fazer para que os Fundos existentes patrocinem atividades
de conservação na Mata Atlântica ?
2.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Divulgar os dados do trabalho "Quem faz o que na Mata
Atlântica", e buscar identificar os motivos que
levaram patrocinadores a financiar projetos na Mata Atlântica;
- Divulgar aos possíveis patrocinadores, os benefícios
de seu patrocínio, desenvolvendo um mecanismo como
o existente para a cultura - Lei Rouanet;
GESTÃO DE PROGRAMAS
3.1. PROBLEMA:
- Há carência de órgãos e secretarias
atuando em conservação, com baixas políticas
de incentivo
3.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Utilizar o Anuário como instrumento de sensibilização
dos municípios sobre assuntos de conservação
Grupo 7: Economia
SETOR PRIVADO
1.1. PROBLEMA:
- Carência de critérios, padrões e indicadores
sobre atividades consideradas sustentáveis.
1.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Divulgar trabalhos sobre certificação florestal;
- Verificar a idoneidade das certificações.
Um bom indicador pode ser a quantidade de certificações
emitidas;
- Contabilizar os padrões e critérios existentes
sobre certificação, produzindo gráficos
e tabelas sobre esse tema;
- Necessidade de discutir futuramente os padrões e
critérios de sustentabilidade. Sobre esse aspecto o
coordenador do evento, Sr. Clayton Lino, esclareceu que já
há um grupo formado dedicado a produção
destes padrões, composto também por membros
internacionais. Nesse tema, fica a recomendação
de não se esquecer da importância da floresta
como produtora de água. Nesse sentido, firmar parcerias
com os comitês de bacias hidrográficas.
2.1. PROBLEMA:
- Dificuldade de implantação de zoneamento ecológico
econômico (ZEE), para melhorar o ordenamento territorial.
2.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Para regiões que apresentam ZEEs, divulgar os benefícios
e os destaques econômicos e sociais do zoneamento. Ver
o artigo 20, do Decreto Federal nº 4297, de 10 de julho
de 2002, que faz referência a essa questão;
- Divulgar as regiões que apresentam ZEEs.
SETOR PÚBLICO
3.1. PROBLEMA:
- Baixo orçamento ou investimento das secretarias em
ações de conservação.
3.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Contabilizar os padrões e critérios existentes
sobre certificação, produzindo gráficos
e tabelas sobre esse tema.
Grupo 8: População
e Cultura
1.1. PROBLEMA:
- Informações não sistematizadas.
1.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Resgatar as informações dos órgãos
estaduais, como o Instituto Florestal e Fundação
Instituto de Terras, do Estado de São Paulo, assim
como o INCRA no nível federal;
- Verificar em todos os Estados de ocorrência da Mata
Atlântica, os grupos humanos tradicionais que usam a
floresta;
- Estimar quantos grupos humanos estão inseridos na
Mata Atlântica.
2.1. PROBLEMA:
- Questões culturais não são explorados
nas discussões sobre conservação. Mas
há informação. Como resgatá-las
?
2.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Contabilizar os dados do SPHAN e dos órgãos
estaduais, como CONDEPHAAT, em São Paulo, sobre patrimônio
histórico, artístico, arqueológico...
na Mata Atlântica.
3.1. PROBLEMA:
- Estabelecer critérios para incorporar questões
culturais no Anuário.
3.2. SOLUÇÕES/RECOMENDAÇÕES:
- Descrever as crenças, os valores, a utilização
dos recursos e porque a comunidade se diferencia das demais;
- Procurar as comunidades tradicionais (todos os segmentos:
indígenas, quilombolas, caiçaras etc) e perguntar
a elas quais as informações que devem conter
o Anuário;
- Indicar as pressões que a comunidade enfrenta. Porém
avaliar as contradições dessas dificuldades,
como por exemplo, as geradas pelo próprio poder público
com a criação de uma unidade de conservação
de proteção integral na área de ocorrência
de uma dada comunidade;
- Transcrever as apresentações de Ailton Krenak,
José Rodrigues e Antônio Carlos Diegues, realizadas
no primeiro dia do workshop 11/12/2002;
- Passos futuros pensar em encontros entre comunidades tradicionais.
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